segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Natal sem Violência é mais Natal!

 
Por um Natal sem morte na mesa.
Por um Ano Novo realmente Novo em mudanças de hábitos nocivos a nós e aos outros, sociedade e animais.
Por Festas que não desrespeitem a VIDA.

Conheça e divulgue o Instituto Nina Rosa.

Outros vídeos:

episódio 01 - Inspiração - http://bit.ly/gzJF6n
episódio 02 - Manifestação - http://bit.ly/ezMMTX
episódio 03 - Escola - http://bit.ly/dHZWkl
episódio 04 - Ninhada - http://bit.ly/gUN1qR
episódio 05 - Habitantes das águas - http://bit.ly/gs3uQa
episódio 06 - Almoço vegano - http://bit.ly/ifCN1G
episódio 07 - Circo - http://bit.ly/fajKoE
episódio 08 - Compras - http://bit.ly/hvAoPB
episódio 09 - Abate "Humanitario"? - http://bit.ly/hYIAF4
episódio 10 - Denúncia - http://bit.ly/e9Y9fh
episódio 11 - Tradiçoes - http://bit.ly/ereUUe
episódio 12 - Despertar - http://bit.ly/g99FHg


quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

A Janela da Vida

De onde avistamos vosso mundo
 - vossos olhos, nosso periscópio  -
Por instantes visualizamos
E nos lembramos
Como é viver segundo as regras
De um mundo quase esquecido

"Vida nova, Vida Posta" dizemos
Parafraseando um ditado antigo
"Rei morto, rei posto" pensa a médium e percebe
Que a janela daí para aqui
Não é a mesma que a nossa

Durante o fenômeno da incorporação
Mas uma outra
Mais acessível justamente
quando se cerram os olhos e se sobressaem os sentimentos

Mediunidade é sentir
e não ignorar a voz interior
Mediunidade é labuta
e urge não se permitir perder
a oportunidade para a redenção

Mediunidade é um olhar contrabandeado
de um mundo para o outro
Uma nota clandestina
que ressoa em diferente plano

Mediunidade é vislumbrar
Através da fechadura
Causa para reações
que do ponto de vista vosso
 - do  vosso aqui e do nosso aí -
não fazem tanto sentido

É começar a compreender
E deixar de duvidar
É se permitir levar a sério
O que a alma insiste em não ignorar


É dar água para a semente
Mesmo em deserto brotar
Desafiando a todos com a beleza
De uma rosa a desabrochar
Só para contrariar quem disse
Que não  haveria solo para ela vicejar

É passar mais tempo
Debruçada no parapeito da janela
Tirando o pó do batente e oleando as persianas
Para permitir que mais passantes dêem notícias
-do lado de cá para aí -

Mediunidade é cumprimento de voto
Que não se fez aí
E consiste em calçar a estrada
Pros caminhos do porvir

Sua a camisa quem trabalha direito
E pole bem  a pedra assentando-a
No local certo
Que o Engenheiro Celestial determinou

Ao fim do dia fecha os olhos
E sorridente acessa a mente
 - aquietada -
E então olha para nós
Para nos ver claramente em sua visão

Da janela que o Papai do Ceú botou
Bem no meio do seu coração!